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Controle de Processos

Ressocialização: magistrado fala sobre os 10 anos do programa Novos Rumos na Execução Penal

O programa Novos Rumos na Execução Penal, do Tribunal de Justiça do RN, completa 10 anos de atividades, com o objetivo de fomentar boas práticas relacionadas à execução penal no Rio Grande do Norte. Nesta quinta-feira (16), às 8h30, será realizada uma solenidade comemorativa no auditório da sede do TJRN, quando serão homenageados parceiros que contribuíram para este trabalho de reconstrução social. Coordenador do programa, o juiz Gustavo Marinho destaca a importância do Novos Rumos no desenvolvimento de um olhar mais humano e solidário para uma questão de tamanha importância social. “Nós acreditamos na humanização do sistema penitenciário. Acho que todos devem ter pelo menos um olhar para isso, para ver se conseguimos melhorar um pouco esse sistema e é isso que têm nos motivado no dia a dia”. O magistrado relata que, em 2009, a ideia inicial era a de implantar uma unidade da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC) no Rio Grande do Norte, a qual utiliza uma metodologia de valorização humana que oferece ao sentenciado condições de se recuperar. O primeiro passo para concretizar essa implantação seria ter um programa voltado para a execução penal dentro do TJRN. Assim nascia o Novos Rumos, inspirado no modelo do TJ mineiro, que carrega o mesmo nome. Durante os 10 anos, muitas atividades foram desenvolvidas, entre elas a capacitação realizada entre os anos de 2016 e 2017, por meio do PRONATEC, quando mais de 600 pessoas foram beneficiadas pelos programas de profissionalização. “Outro dado importante é que na época da construção da Arena das Dunas foram 160 homens empregados nas obras da Copa. Não apenas na Arena, como também nas obras de mobilidade urbana em Natal. Só na época da construção foi uma média de 220 pessoas empregadas”, acrescenta o juiz. Além destes momentos marcantes, o Novos Rumos mantém os atendimentos diários aos egressos do sistema penal e dos que cumprem penas alternativas, e também aos familiares que buscam o programa. Olhando para estes dez anos de atuação, o juiz Gustavo Marinho coloca as suas impressões sobre a experiência. “Para mim esse tempo todo é uma alegria, porque permanecer vivo, permanecer ativo, permanecer nessa luta que tem nos motivado apesar das dificuldades, é uma alegria, uma bênção”, afirma.
14/05/2019 (00:00)
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