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14 de Novembro de 2018 - 

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Retratação

A Agência Assembleia de Notícias errou ao dizer que o deputado Cláudio Meirelles (PTC) havia dito que estaria na tribuna da oposição no próximo Governo. Ocupamos agora o espaço para a devida retratação. Ao subir à tribuna da Assembleia, na sessão ordinária do dia 16 de outubro, o deputado não disse que na próxima legislatura passaria a discursar na tribuna, em oposição ao governador eleito Ronaldo Caiado (DEM), conforme noticiado por esta Agência, cujo conteúdo foi publicado, em forma de nota, pelo jornal Diário da Manhã. Na verdade, ao abrir o seu discurso, Cláudio Meirelles disse: "Depois de muitos anos, sair da tribuna da direita e vir para a da esquerda é como dirigir em Londres. O volante fica do outro lado, é mais difícil entender o trânsito. Mas assim me quiseram, me colocarm desse lado de cá". O parlamentar fazia referência ao atual governo, ao qual atualmente faz oposição na Assembleia.  Em seguida, Cláudio Merelles cumprimentou o presidente da Casa, a quem teceu elogios. Depois, aproveitou o espaço para agradecer pelos 36.502 votos recebidos na eleição de 7 deoutubro. " São oito mandatos, senhor presidente. São oito eleições, oito vitórias, e o que me deixa satisfeito é que eu sempre aumentei os meus votos. Na passada, eu tive 36 mil, cento e poucos, e agora eu tive 36.502 votos. Eu aumentei em torno de 400 votos de uma eleição para outra. Então, isso me deixa muito feliz. Acho que estou no caminho certo", afirmou. Ao concluir o seu discurso, o parlamentar comentou sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), de autoria do deputado Bruno Peixoto(MDB), que pretende adiar a aplicação do Orçamento Impositivo para 2021. Para justificar sua defesa ao Orçamento Impositivo, Cláudio Meirelles ponderou. "Pelas informações que me chegam, 70% do Orçamento Impositivo estão focados nas emendas constitucionais, ou seja, Educação e praticamente Saúde. Podemos, então, fazer um acordo com o governo pelas dificuldades que têm de os deputados apresentarem 100% de suas emendas só nestas duas pastas, nesse segundo ano". E continuou: "Ora, se o Governador vai lá reformar uma escola, que faça através de uma emenda do deputado Lucas Calil ou do deputado Cláudio Meirelles, na cidade de Matrinchã, por exemplo. Sentamos, conversamos. Se quer reformar o hospital de Itumbiara, que faça em cima da emenda do deputado Álvaro Guimarães. Tudo é entendimento", concluiu.
08/11/2018 (00:00)
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