Quarta-feira
21 de Outubro de 2020 - 

STANCHI & OLIVEIRA

Cotação da Bolsa de Valores

Bovespa 0,92% . . . .
Dow Jone ... % . . . .
NASDAQ 0,02% . . . .
Japão 1,86% . . . .

Previsão do tempo

Hoje - Rio de Janeiro, RJ

Máx
27ºC
Min
24ºC
Parcialmente Nublado

Quinta-feira - Rio de Janei...

Máx
26ºC
Min
23ºC
Chuvas Isoladas

Sexta-feira - Rio de Janeir...

Máx
26ºC
Min
20ºC
Predomínio de

Sábado - Rio de Janeiro, R...

Máx
27ºC
Min
21ºC
Nublado

Controle de Processos

Tribunal mantém condenação de dono de fabrica clandestina de alimentos em Registro

Local não possuía licença de armazenamento.   A 10ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve condenação de homem por fabricação e depósito de palmitos falsificados. O réu, que possuía fabrica clandestina em sua residência, foi condenado a dois anos e quatros meses de detenção, em regime inicial semiaberto.  De acordo com os autos, policiais receberam a informação de que havia extração e transporte clandestino de palmito no município de Sete Barras, na comarca de Registro e, ao chegarem ao local, encontraram o acusado e outras pessoas industrializado palmitos in natura. Além das matérias primas, foram encontrados 72 recipientes de vidro contendo palmito em conserva, em condições impróprias ao consumo, e 96 recipientes vazios e outros objetos e utensílios utilizados para o preparo do produto. O laudo pericial realizado na mercadoria constatou que as embalagens não possuíam rótulos, marca, lote e data de validade e que o réu não possuía licença válida para armazenamento.  “O art. 18, § 6.°, II, da Lei nº 8.078/90, diz serem impróprios para o consumo, dentre outros, os produtos falsificados. No caso, os palmitos foram produzidos e armazenados em condições sanitárias inadequadas, o que por si só os classificam como impróprios para o consumo humano, expondo a risco a vida e a saúde humana, sendo desnecessária a comprovação de que estejam estragados”, escreveu o desembargador Francisco Bruno. Como o acusado é reincidente, o regime semiaberto foi entendido como o adequado a atender os critérios de censurabilidade da conduta e à finalidade preventiva da pena. O julgamento, de votação unânime, teve a participação dos desembargadores Rachid Vaz de Almeida e Carlos Bueno.    Apelação nº 0002058-19.2018.8.26.0495     imprensatj@tjsp.jus.br   Siga o TJSP nas redes sociais:  www.facebook.com/tjspoficial www.twitter.com/tjspoficial www.youtube.com/tjspoficial www.flickr.com/tjsp_oficial www.instagram.com/tjspoficial
17/10/2020 (00:00)
Visitas no site:  8900226
© 2020 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia