Projeto de proteção a mulheres indígenas e migrantes conquista 2º lugar no Prêmio Viviane Amaral do CNJ
Em cerimônia realizada no Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, na última sexta-feira (23/10), a Ouvidoria-Geral de Justiça do Tribunal de Justiça do Estado de Roraima (TJRR) alcançou projeção nacional ao conquistar o 2º lugar na categoria Magistrada/Magistrado da edição de 2026 do Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral.A conquista foi garantida pelo projeto "Enfrentamento à violência doméstica para mulheres indígenas e migrantes em Roraima", desenvolvido pela Ouvidoria-Geral de Justiça do TJRR, por meio do Setor de Atendimento à Mulher (SAM). A iniciativa se destacou entre mais de 170 práticas do Judiciário brasileiro devido ao seu forte alcance social, focado no acolhimento qualificado, na garantia de direitos e na proteção de populações femininas em situação de extrema vulnerabilidade no estado.Representaram a Ouvidora-Geral de Justiça do TJRR, Elaine Bianchi no evento de premiação as servidoras Vera Brito e Janaína Souza. A Ouvidora-Geral de Justiça, Desembargadora Elaine Bianchi destacou o impacto positivo das ações desenvolvidas pelo Setor de Atendimento à Mulher.“Este prêmio é o reflexo do empenho e da sensibilidade de toda a nossa equipe no acolhimento de mulheres que vivenciam situações de profunda vulnerabilidade em nosso Estado. Estar entre os destaques nacionais no Prêmio Viviane Amaral demonstra que o TJRR está no caminho certo ao construir pontes, respeitar as particularidades das populações indígenas e migrantes e garantir que a proteção dos direitos humanos chegue a quem mais precisa”, disse.AcessibilidadeO site do TJRR oferece recursos de acessibilidade por meio do sistema Rybená, que facilita a navegação e a compreensão de conteúdos digitais por pessoas com deficiência. Para ativar essas funcionalidades, basta clicar em um dos ícones para utilizar as opções disponíveis no próprio portal.Texto: Ouvidoria/TJRRFotos: CNJOUTUBRO/2026 - NUCRI/TJRR