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Controle de Processos

STF suspende R$ 29 milhões em emendas de Mogi e Suzano em investigação sobre Valdemar Costa Neto

1 de 1 Valdemar Costa Neto, presidente do PL, em imagem de novembro de 2022 — Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo Mogi das Cruzes e Suzano tiveram mais de R$ 29 milhões em emendas parlamentares suspensas após decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão, que veio a público nesta sexta (10), faz parte investigação de um esquema de desvio de recursos públicos por meio de emendas parlamentares do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp Suzano foi a cidade que recebeu o maior volume de recursos entre as 21 emendas parlamentares identificadas na investigação. O município lidera a lista de valores destinados pelo suposto esquema, com R$ 26.835.199. Já Mogi das Cruzes consta como beneficiária de uma emenda de R$ 3 milhões, empenhada e paga em 10 de novembro de 2025. Segundo a investigação, as emendas destinadas às duas cidades eram voltadas para a área da Saúde. O g1 procurou as prefeituras de Mogi das Cruzes e Suzano, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem. VEJA MAIS Agora no g1 De acordo com a Polícia Federal, Valdemar Costa Neto utilizava sua influência para direcionar recursos, principalmente para municípios paulistas, onde concentra sua base política. LEIA MAIS Valdemar é suspeito de desvio de R$ 119 milhões em emendas e de associação criminosa, aponta PFAlvo da PF, ex-assessora de Lira diz que é 'técnica' e emendas eram decididas por Presidência da Câmara e líderes Ainda conforme a Polícia Federal, as emendas eram tratadas como cotas pessoais, o que, segundo os investigadores, caracteriza desvio de finalidade e uso irregular de recursos públicos em benefício de uma pessoa sem mandato parlamentar. Valdemar, natural de Mogi das Cruzes, foi deputado federal de 1991 a 2005, por quatorze anos, e depois de 2007 a 2013, por mais seis anos. Por duas vezes, o político renunciou para evitar a cassação, pois era investigado por envolvimento no escândalo do mensalão. Ele está no comando do PL há 26 anos. 50 vídeos
10/07/2026 (00:00)
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