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Goianésia recebeu na noite dessa 5ª-feira, 19, a 13ª audiência pública da CPI da Enel

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada para apurar irregularidades no contrato e na prestação de serviços da Enel Goiás realizou, na noite dessa quinta-feira, 19, no plenário Aleixo Luiz Vinhal, cidade de Goianésia, sua 13ª audiência pública itinerante. Aberto pelo presidente da Câmara de Goianésia, vereador Múcio Santana, o encontro reuniu autoridades políticas, militares, religiosas e lideranças de segmentos organizados da sociedade, além de populares. Estiveram presentes os deputados estaduais Cairo Salim (Pros) e Hélio de Sousa (PSDB); o prefeito de Goianésia, Renato Menezes de Castro (MDB); o procurador da Alego, Edmarkson Ferreira de Araújo; o advogado da Enel, José Antônio Domingues da Silva; o coordenador regional da Enel, Adriano César de Oliveira; os vereadores Jefferson Siqueira e Cabo Jota Carlos; e o empresário João Pedro Almeida. Ao abrir os trabalhos, o vereador Múcio Santana agradeceu a presença das autoridades e afirmou estar muito feliz em receber a audiência pública para ouvir a população acerca do serviço da Enel. Santana disse que existem muitos produtores que sofrem prejuízo por conta da falta de energia no município. "É importante estar aqui debatendo esse tema”, disse.Em seguida a palavra foi passada ao deputado Cairo Salim, relator da CPI, que agradeceu à Mesa Diretora da Alego pelo apoio a realização das audiências públicas itinerantes, em todas as regiões do estado, para ouvir a população, sobre os serviços prestados pela Enel. E reiterou que a função da audiência pública é ouvir a comunidade. “Quais problemas a população está tendo com a empresa Enel? A população precisa ter serviço de excelência. Não podemos aceitar nada menos do que isso”, afirmou.   O deputado Helio de Sousa, por sua vez, afirmou que tem acompanhado os debates da CPI e relembrou a venda de Cacheira Dourada e da Celg. “Em fevereiro de 2017, a empresa Enel foi a responsável pela continuidade do trabalho de energia. A Enel é uma das maiores fontes de energia no Brasil e está presente em mais de 30 país. Entretanto, a empresa precisa dar uma resposta à população e estamos aqui para escutar as cobranças da sociedade”, frisou. Helio de Sousa também disse que “a audiência pública é a mais democrática das reuniões”.O prefeito Renato Menezes de Castro falou sobre os transtornos causados pela falta de carga na rede de energia e que o município corre o risco de perder, por falta de energia elétrica, um investimento de 9 milhões de reais de emenda parlamentar do ex-deputado federal Jovair Arantes para a construção de um novo hospital. Em seguida o vereador Jefferson Siqueira disse que tem recebido muitas reclamações, principalmente de produtores de leite, que por falta de energia estão tendo que jogar leite fora. Moradores reclamaram que eletrodomésticos estão queimando por conta de quedas constantes de energia. O procurador da Assembleia, Edmarkson Ferreira, apresentou dados técnicos retirados do site da Agência Nacional de energia Elétrica (Aneel), e afirmou que a quantidade de horas que a cidade fica sem energia extrapola em quatro vezes o limite definido pela reguladora. No conjunto Goianésia S1, um dos seis que compõe o município, teve, nos últimos 12 meses, 87 horas de falta de energia, enquanto o limite preconizado é de 23 horas por ano. Após as colocações da população, os representantes da empresa Enel fizeram uso da palavra. O coordenador regional da Enel, Adriano Oliveira, ressaltou que audiência pública era oportunidade ímpar para dar encaminhamento aos problemas manifestados pela população. Ele afirmou que será feito investimento em tecnologia para melhorar o abastecimento da cidade. “Muitas vezes a população não tem acesso a todas as informações, e parece que não estamos trabalhando para levar a energia a todos, mas a tendência é melhorar de acordo com o desenvolvimento da energia no estado”, afirmou. O advogado José Antônio Domingues da Silva também defendeu a Enel, dizendo que energia é o que o país precisa para se desenvolver e que o interesse da empresa é distribuir energia de qualidade, que é o que importa para a sociedade. O advogado também afirmou que a Enel tem cumprido e honrado com todas as metas colocadas em contrato. A comissão já promoveu encontros em Anápolis, Catalão, Rio Verde, Aparecida de Goiânia, Morrinhos, Caldas Novas, Itumbiara, Porangatu, Uruaçu, Quirinópolis, Jataí e São Miguel do Araguaia.
20/09/2019 (00:00)
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