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InspirAÇÕES: desembargador publica novela policial misturando ficção e estudos do Direito

Livro ganha 1ª edição brasileira. Há seis anos, quando o mundo parou porconta do coronavírus, odesembargador Luiz Sérgio Fernandes de Souza viu no isolamento social uma oportunidade paratrabalharemseu primeiro livro de ficção."O Caso da Casa da Rua dos Caminhos — Uma Novela sobre Relações Lógicas em 14 capítulos"é umromanceconstruídoem cima de uma história fictícia com pitadas deteoriada Metodologia e Lógica Jurídica. A área é uma paixão do magistrado econta com uma Coordenadoria na Escola Paulista da Magistratura (EPM), da qual o desembargador é um dos integrantes.“Essa é uma das disciplinas iniciais de uma formação em Direito.O foco da área é o aprimoramento da argumentação, interpretação e estrutura do raciocínio jurídico. No campo da lógica, estudamos a forma como a lei representaria uma premissa maior, ao passo que as sentenças, proferidas pelos juízes, seriam premissas menores, resultantes de um processo de dedução lógica”, explica. Publicado inicialmente em Portugal, em 2022,o títulochega agoraao Brasile temcomo baseumainvestigação policialsobrefatosocorridosnacasa de umprofessorde filosofiaede suaesposa,que mudama vida do casal, com espaço para suspense e tramas psicológicas.O trabalho da polícia despertano protagonistanão só a curiosidade em torno das descobertasinvestigativascomo também o interesseementender comoo raciocínio intuitivo dos policiais, aparentemente desconexo dos fatos,se transformaem argumentoslógicos. Além de integrante do TJSP desde 1988 e desembargador desde 2014,Luiz Sérgio Fernandes de Souzatambém é docente:atuanaPontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)e na EPM, onde ministra cursos de lógica jurídica e filosofia.Toda essa experiência o ajudou aaproveitar o período de maior reclusão exigido pela pandemiade Covid-19para escrever sua primeira obra de ficção– o magistradotambémé autor de vários livros jurídicos. “Usei esse tempo extra, repentinamente liberado da agenda social, para canalizar minhas energias na produção de algo novo. Foi um período muito reflexivo e que me permitiu unir meus estudos deLógicaJurídica com a produção de uma novela policial”, conta. Eleafirmater gostado de experimentar um novo gênero de escritaese aventurando por uma áreaque nãofaz parte de suas leiturasfavoritas.“Não acompanho muito a produção de literatura policial, em geral leio mais filosofia ou conteúdos teóricos do Direito. Mas foi um exercício muito prazeroso, já que a escrita de ficção é diferente da de teoria, que acaba sendo mais engessada por conta das exigências de referenciação bibliográfica. Na ficção me senti mais à vontade para explorar assuntos densos de forma mais leve.” Omagistrado conta que o livro tem sido um apoio para alunos nas aulas de Metodologia e Lógica Jurídica.“É uma matéria desafiadora para os jovens que ingressam na universidade e venho indicando o livro como material de apoio, sobretudo quando chega a hora de fazerem seminários sobre o conteúdo. Muitos gostam, me procuram para comentar, criam teorias sobre o desfecho deste ou daquele personagem. É uma forma dos estudantes assimilarem melhor a disciplina”, relata. InspirAÇÕES–Publicada noiníciode cada mês, a coluna traz histórias de vida, habilidades e curiosidades sobre servidores e magistrados doTribunal de Justiça de São Paulo. Desde sua criação, em2021,dezenas de pessoas já contaram suas vitórias em diferentessituações eatividadesque trazeminspirAÇÕES.
01/05/2026 (00:00)
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