Quarta-feira
01 de Fevereiro de 2023 - 

STANCHI & OLIVEIRA

Cotação da Bolsa de Valores

Bovespa 0,92% . . . .
Dow Jone ... % . . . .
NASDAQ 0,02% . . . .
Japão 1,86% . . . .

Previsão do tempo

Hoje - Rio de Janeiro, RJ

Máx
32ºC
Min
26ºC
Chuva

Quinta-feira - Rio de Janei...

Máx
29ºC
Min
26ºC
Chuva

Sexta-feira - Rio de Janeir...

Máx
28ºC
Min
25ºC
Chuva

Sábado - Rio de Janeiro, R...

Máx
29ºC
Min
25ºC
Chuva

Controle de Processos

Mantido júri que condenou mulher pela morte de músico norte-americano que conheceu na internet

Acusada aplicou golpes financeiros antes do homicídio.           A 1ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve júri que condenou uma mulher pelo homicídio de um músico norte-americano após seguidos golpes financeiros. A pena foi fixada em 20 anos de reclusão, em regime inicial fechado.         Segundo os autos, a ré conheceu o homem pela internet e, durante uma visita dele ao Brasil, na cidade de São José dos Campos, manteve-o sob efeito de sedativos enquanto subtraia seus cartões bancários para realizar compras e saques. Posteriormente, a acusada matou a vítima por asfixia, em concurso com outro agente, e ocultou o cadáver por meio de carbonização.         Tribunal do Júri presidido pelo juiz Milton de Oliveira Sampaio Neto considerou a ré culpada pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, mas foi reconhecida extinção de punibilidade desta última conduta por prescrição. Segundo o relator do recurso, desembargador Figueiredo Gonçalves, o veredicto do júri deve ser mantido. “Examinado o conjunto das provas e convencendo-se os jurados da versão dos fatos em determinado sentido - este admitido como válido na sentença de pronúncia -, não há decisão manifestamente contrária às provas dos autos”, afirmou.         “Cumpre registrar o acerto referente à fixação da pena-base em patamar muito além do mínimo legal, porquanto a ora apelante, como estabelecido nos autos, subtraiu ou apropriou-se indevidamente de cartões bancários do ofendido e realizou compras e saques em terminais eletrônicos, bem como, contando com a colaboração do corréu, continuou a praticar tais subtrações enquanto mantinha o ofendido sob o efeito de ansiolítico e indutor do sono ao longo de dias, para, ao final, matá-lo”, acrescentou o magistrado.         Completaram a turma julgadora os desembargadores Mário Devienne Ferraz e Ivo de Almeida. A decisão foi unânime.           Apelação nº 0729511-13.2006.8.26.0577                      imprensatj@tjsp.jus.br           Siga o TJSP nas redes sociais:         www.facebook.com/tjspoficial         www.twitter.com/tjspoficial         www.youtube.com/tjspoficial         www.flickr.com/tjsp_oficial         www.instagram.com/tjspoficial         www.linkedin.com/company/tjesp     
30/11/2022 (00:00)
Visitas no site:  18559496
© 2023 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia