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Webinário aponta contribuições das associações de magistrados para a inovação no Poder Judiciário

O segundo dia do webinário que trata sobre as inovações previstas pelo programa "Justiça 4.0" teve também foco em apresentações voltadas ao volume de contribuições das associações de magistrados, na inovação do Judiciário, desde a Justiça do Trabalho, por meio da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), passando pela Justiça Federal, com a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), até a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), cujo diretor presidente da Escola Nacional da Magistratura, vinculada à AMB, juiz Ângelo Vettorazzi, foi um dos palestrantes do evento virtual. Além dele, também participaram Noemia Porto (na imagem ao lado), juíza federal do Trabalho (Anamatra), e Antônio Cesar Bochenek, juiz federal, que também já presidiu a entidade de magistrados federais. No seminário, feito por meio de videoconferência, a proposta foi expor o que tem sido realizado quanto aos pacotes de projetos tecnológicos, destacados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que visam aprimorar soluções, como maior facilidade de acesso à população, preocupações ambientais e redução de despesas, bem como maior transparência, dentre outros tópicos. Para o juiz de Direito (AMB), diretor do Laboratório de Inovação da AMB, Ângelo Vettorazzi (ao lado), o momento que melhor definiria o Judiciário brasileiro é o de “olhar para os lados e perceber o que está acontecendo ao redor”, em uma Justiça que se volta, cada vez mais, no ritmo das novas tecnologias, à proposta do “Serviço”. “Nesse processo, há uma “desmaterialização” do Judiciário e o estabelecimento de uma nova forma de pensar”, avalia o magistrado que destaca a importância da formação do que ele conceituou como “Ecossistema”. “É uma união dos centros de inteligência e dos laboratórios de inovação. É um trabalho cooperativo”, aponta, ao destacar a preocupação de se trabalhar o pré-processual, com a meta de tornar a ideia de inovação como uma prática diária. “Reunir nossas equipes para absorver essa ideia é o que fazemos”, afirmou, ao citar que vários “momentos” foram promovidos pela AMB. Complexidade da sociedade “O primeiro foi o do “Diálogo”, para o estabelecimento de parâmetros, seguido pela troca de experiência por meio de encontros com magistrados e a compreensão de que as pessoas sempre serão o foco de toda inovação”, ressalta, ao ser seguido pela juíza federal do Trabalho Noemia Porto, especialista em Direito Constitucional. Para ela, há um questionamento essencial a ser feito: “o que é uma Justiça 4.0?”, que deve ser seguida pela reflexão do que uma sociedade “hiper complexa” exige do Judiciário atualmente. Segundo a magistrada, que é juíza do Trabalho, no TRT 10ª Região (Distrito Federal e Tocantins), além de autora de vários livros publicados, não se trata de uma tarefa fácil. “Temos 24 tribunais regionais do Trabalho em todo o país, todos dotados de autonomia e que lidam com as peculiaridades locais e o laboratório pode ser, assim, uma interface de diálogo administrativo. Um propagador de soluções de problemas, alguns velhos, num país continental como o nosso”, analisa, ao destacar que a proposta é sempre a de formação de pensamentos e projetos coletivos. “Podemos destacar a robotização do Judiciário nos últimos anos. São passos dados aos poucos”, complementou o juiz federal Antônio Cesar Bochenek (à direita), que já presidiu a Ajufe, o qual destacou, dentre outras ações, a criação dos fóruns nacionais, que já contarão com uma quarta edição, os quais têm a meta de troca de experiências e a premiação das boas práticas já desenvolvidas. A criação de um aplicativo também foi destacada pelo magistrado, que ressalta a importância de uma espaço democrático de discussão de ideias. “Há uma mudança de cultura e mentalidade do Judiciário, que precisa ser mantida”, ressalta.
25/02/2021 (00:00)
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