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Controle de Processos

Enquete: propagandas de bets devem ser proibidas?

As casas de apostas podem ser proibidas de fazer propaganda em eventos, espaços e transportes públicos de Pernambuco? Essa medida está numa proposta em tramitação na Alepe. A proibição abrange, inclusive, casos de concessão e de permissão de uso pela Administração Estadual. Uma nova enquete no site da Alepe quer ouvir a população a respeito do tema. Vote até o dia 24 de abril. Enquete A Alepe está debatendo proposta para proibir propagandas de casas de apostas em eventos e espaços públicos. Você concorda? Sim, as propagandas normalizam e estimulam as apostas Não, contratos com essas empresas financiam políticas públicas Não tenho opinião formada VOTAR Veja notícias relacionadas Quatro projetos de lei (PLs) sobre o tema foram agrupados e passaram a integrar o substitutivo que está sendo discutido pelas comissões parlamentares da Casa. Os PLs foram apresentados no ano passado pelos deputados Coronel Alberto Feitosa (PL), Joel da Harpa (PL), Socorro Pimentel (União) e William Brigido (Republicanos).  O objetivo é evitar o que consideram incentivo aos jogos de apostas. Para isso, o substitutivo estabelece uma nova regra para a redação de acordos jurídicos firmados com a Administração Pública: a inclusão de cláusula proibindo a realização de propaganda de casas de apostas.  “Editais, contratos, convênios, termos de permissão, instrumentos de concessão, autorizações de uso ou quaisquer outros ajustes firmados pelo Poder Público estadual com entidades privadas deverão conter cláusula específica proibindo a exploração, direta ou indireta, de publicidade, patrocínio, ativações de marca ou qualquer forma de ação comercial vinculada a casas de apostas.” Haverá suspensão imediata dos documentos firmados sem a cláusula. Também estão previstas sanções para os casos em que haja descumprimento da proibição. Variam de advertência à impossibilidade de celebração de acordos com o estado pelo prazo de cinco anos, além de multa. Se tiverem recebido recursos públicos, as empresas serão obrigadas a devolver. O que dizem os deputados Ao destacar que “o crescimento das plataformas de aposta tem provocado dependência emocional e financeira”, Coronel Alberto Feitosa chamou atenção para a necessidade de ação do poder público. “O Estado não pode permitir que seus espaços sejam utilizados para incentivar uma prática que produz prejuízo real.” Ele é autor do PL 3574/2025. Na avaliação de Joel da Harpa, que apresentou o PL 3003/2025, “o crescimento desregulado das chamadas ‘bets’, altamente acessíveis, com aparência lúdica e apelo a recompensas rápidas, impõe risco direto à formação moral, psicológica e social das pessoas menores de idade”. “Estudos científicos têm reconhecido o potencial das apostas para causar ludopatia precoce, evasão escolar, ansiedade, comportamento compulsivo e enpidamento familiar”, argumentou. A preocupação com o público infanto-juvenil também foi destacada por Socorro Pimentel, autora do PL 3576/2025: “A apropriação comercial de ambientes como pistas de cooper, arquibancadas e quadras poliesportivas representa ameaça direta ao direito de crianças e adolescentes a um espaço seguro, saudável e livre de estímulos que possam induzir comportamentos de risco”. Ao apresentar o PL 2939/2025, William Brigido declarou que “o projeto visa proteger o interesse público e a integridade de políticas estaduais voltadas ao esporte, cultura, educação e assistência social”. “A vinculação entre essas atividades e as empresas de apostas pode contribuir para a normalização do jogo como prática comum”, avaliou.  
01/04/2026 (00:00)
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