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Peça no Centro Cultural debate violência contra a mulher com repertório de Maria Bethânia

A atriz Izabella Bicalho durante apresentação do solo musical "A Dona dos Raios e do Vento"   Das canções de Maria Bethânia ao drama de milhões de mulheres. A resiliência de quem luta para romper um relacionamento abusivo marcou a estreia de A Dona dos Raios e do Vento, nesta terça-feira, 5 de maio. O solo musical, protagonizado pela atriz Izabella Bicalho e dirigido por Sueli Guerra, lotou a Sala Multiuso do Edifício Desembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro. O espetáculo integra o programa Justiça em Cena, do Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ).  O trabalho resulta de uma pesquisa baseada em relatos de dor e superação de persas mulheres, incluindo experiências da própria idealizadora. A montagem aborda relacionamentos abusivos e violência contra a mulher.  "É um assunto que precisa ser muito falado. Mesmo com mais consciência, o machismo e essa estrutura ainda são muito fortes na sociedade e atravessam nossas relações. A violência ainda segue presente, quanto mais a gente fala, pulga e grita sobre esse tema, melhor para acabar com esse crime", afirmou.  Com canções imortalizadas na voz de Maria Bethânia, o espetáculo acompanha a trajetória de Helena, uma mulher casada com Paulo que luta para romper um relacionamento abusivo. No palco, músicas como Reconvexo (Caetano Veloso), Carcará (João do Vale e Chico Buarque), Explode Coração (Gonzaguinha) e A Dona do Raio e dos Ventos (Dorival Caymmi) — que dá nome ao espetáculo — conduzem a narrativa.  A ideia surgiu quando Izabella se apresentava cantando apenas canções de Bethânia. "Fui fazer um tributo a Bethânia e, durante o show, enquanto cantava, comecei a pensar: isso daria uma cena ótima, isso também daria uma cena ótima. Fui tomada pela vontade de construir cenas misturadas à música."  A atriz  A atriz apresentou o espetáculo nessa terça, 5 de maio   Izabella Bicalho é atriz e cantora com mais de 40 anos de carreira. Ficou conhecida nacionalmente ao interpretar Narizinho, no Sítio do Picapau Amarelo, aos nove anos.  Outras apresentações  A peça retorna à Sala Multiuso do Edifício Desembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro nos dias 6, 12 e 13 de maio, às 18h30. Os ingressos estão esgotados.  VS/SF Fotos: Rafael Oliveira/ TJRJ 
06/05/2026 (00:00)
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